(..Deadbeat Club..)...
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Os bancos fazem agora venda ambulante. A ideia é enfiar cartões de crédito na carteira das pessoas. Os vendedores estão em qualquer lugar.
No outro dia e ali no OeirasPark, aproxima-se uma rapariga jovem com um sorriso que prometia. Depois de nos cumprimentar, a mim e a um amigo, começa a venda. Tratava-se de um cartão de crédito que, nas palavras dela, não é como os outros.
Antes de ouvirmos com atenção a ladainha do costume, não pudemos deixar de reparar nos avassaladores seios (sem dúvida uma apreciadora fanática de batatinha do Funchal!!) que a rapariga levava para a venda, visíveis, estou certo, da outra margem do rio. Umas mamas incontáveis, que eram desnecessariamente ajudadas por um artefacto engenhoso, disfarçado na roupa, que as empinava três torres Vasco da Gama acima do rio. A ver pelas glândulas, o plafond prometia.
Sobre a conversa, pouco há a dizer. Pose pirosa, tiques brejeiros e algum atrevimento. Falava connosco como falará com as amigas nos átrios dos centros comerciais ou nas saídas às docas. Um desplante. Queria tanto vender que concordava sempre connosco, até quando lhe disse que não gostava de bancos nem com molho de tomate. “Eu também não” – disse ela, como se fosse capaz de distinguir um banco de uma cabine telefónica.
Durante a fraude, assumiu que ganhava uma comissão, como se alguém pensasse que era voluntária. Mas saiu-lhe mal o gesto humilde. Só de pensar que aquela comissão podia ir parar às mãos de um império chinês de contrafacção, em troca da malinha Louis Vuitton ou dos óculos Prada, era incapaz de aderir ao cartão.
Não fui na conversa da rapariga, ao contrário do meu amigo, que ainda estava fixado naquelas duas serras de ladeiras íngremes que se ergueram inesperadamente no horizonte.
Depois de preencherem os formulários, apostei comigo que, obstinada como era, aquela mulher não desampararia a loja antes de me perguntar novamente se eu não queria mesmo aquele maravilhoso cartão. Claro que perguntou e claro que voltei a negar a “oferta”. Foi quando quis saber porquê e comecei a pensar que estava a ser assaltado. Talvez aqueles seios fossem a arma. Ser agredido por uma mama daquelas na cara podia levar os três ramos das forças armadas a procurar o meu maxilar no Tejo.
Depois de umas palavras, a comissionista finalmente percebeu que não teria sucesso e que estava a perder tempo. Foi então atacar para outro lado.
Com esta estratégia, os bancos começam a desvendar a face mais fraudulenta do seu negócio.
A advogada do antigo cabo da GNR que assassinou três raparigas disse que o seu cliente não acredita na Justiça portuguesa. Disse isto explicando que o assassino já esperava a sentença de 25 anos.
Ora, a verdade é que se um patife daqueles é condenado a 25 de anos, depois de matar três raparigas inocentes, não é só ele que não acredita na Justiça portuguesa: ninguém acredita. Basta pensar que ele podia ter assassinado mais três ou quatro ou cinco. A partir do momento em que aderiu ao pacote XL 25 anos, podia matar tudo o que lhe aparecesse à frente; até aquele empregado de mesa chato que teima em não trazer a Coca-Cola com gelo que lhe pedimos há quinze minutos…
... Não Acredito!
Acho o tema da menina que desapareceu no Algarve muito irrelevante. Agora que a imagem já foi amplamente divulgada (mais do que a de qualquer outra criança desaparecida no mundo inteiro), todas as notícias são inúteis. Não podemos ajudar e as nossas opiniões sobre o caso são sempre ignorantes.
Ainda assim, há uma coisa que quero dizer. Quando este caso foi notícia, eu dizia que achava os pais da rapariga inglesa muito estranhos. Havia qualquer coisa. Na altura, este comentário parecia um misto de imaginação e esoterismo. Hoje, ainda mantenho a opinião.
.. Uma ESTRANHA Inocência.. HUMM

.. Dos Tempos Modernos!!
E Eu, quando li não percebi. Não o conteúdo das frases cliché.. mas não consegui ver que MERDA tinham a ver com o meu Carlucci. Penso sinceramente que nas relações só pode haver 1 bêbedo.. um dominador.. um que beija e outro é beijado.. mas o que é escrito pelo meu Carlucci é, penso eu, o anti vida. O anti tudo. Tudo morre sempre bastante tempo antes de sequer se chegar à altura de acontecer.
Resumindo no aglomerado de ideias do meu Carllucci.. há solidão.. e estamos perdidos.. MAS exclusivamente por opção. É aí sim, que vejo o único problema real.. imagino uma relação... sem nada ter dado a entender sucesso ou insucesso.. e adivinhem quem já lá esta à beira da morte por amor... Sim... O Carlucci!!!
FODA-SE (desabafo meu.. sorry) Já começa mal...e infelizmente só piora!! The Other vê que tem algo seguro..e se The Other estiver de cabeça baralhada o que faz??.. Vive e atacta as opções.. sem deixar afastar muito o amigo para desabafar e queridinho.. também conhecido por Carlucci. Aqui acontece o mais importante de tudo.. The Other person tem Carlucci fantoche.. tem um escape para tudo, principalmente tudo o que possa correr mal.. E nós os AMIGOS ficamos FODIDOS por ver esta jóia de moço ser "manobrada" Eu.. confesso... eu que acompanhamo tudo fico mesmo doente e triste com isto.. e podia ajudar a resolver afastando gente não tão pura como ele.. A segunda opção é mais simples.. Carllucci gosta de estar sozinho.. e para assim se manter aposta em cavalos de 3 pernas.. e fica à espera que ganhem.. mesmo com a certeza interior que não irão nunca ganhar. E é só nessa altura.. ou seja.. quando as apostas em cavalos ou outras falham que Carlucci recupera a sua cor... PERFEITO - Missão cumprida!
Mas nós, os que se preocupam contigo.. e vêm e sabem quando, onde e como comes e dormes.. ficamos TRISTES! Gostava, tal como muita gente, de poder ajudar.. mas não consigo. Há quem possa.. e devias alinhar com esse caminho. Seria um orgulho para todos... e força para ti!!
Nisso.. contas comigo a 100%... Mesmo Muito Acredita!! Mas não sei ajudar como precisas..
... So ia PIORAR.. e isso NUNCA!!.. FORCA CARLUCCI
